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    quarta-feira, 2 de agosto de 2017

    Corrida pelo precinho: saiba onde achar gasolina mais barata em Salvador

    Posto Menor Preço, em Jaguaribe, foi gasolina mais barata encontrada pela reportagem 
    (Foto: Mauro Akin Nassor/CORREIO)
    Nunca foi tão difícil sair do posto de combustível com o tanque do carro cheio. Isso porque, o preço do litro da gasolina nas bombas subiu 8,22%, uma semana depois do anúncio de aumento da tributação do governo federal sobre os combustíveis, segundo um levantamento feito pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Com o preço mais alto, surge uma verdadeira corrida do consumidor em busca de menores valores.
    Para ajudar nessa busca pelo menor preço, o CORREIO visitou 20 postos de combustíveis de Salvador e constatou que a economia pode chegar a R$ 0,39 entre o posto com gasolina mais cara e aquele com o preço mais em conta. A economia parece pouca, mas em um tanque de 50 litros de combustível, chega a quase R$ 19,50 – o que já daria para pagar mais cinco litros.
    No ranking de menores preços, o Posto Menor Preço Jaguaribe, localizado na Av. Otávio Mangabeira, Jaguaribe, saiu na frente. Por lá, o motorista vai encontrar o litro da gasolina comum por R$ 3,76, o aditivado também sai por R$ 3,76 e o do álcool por R$ 2,85. O Posto Shell Pituba, na Av. Otávio Mangabeira, na Pituba, que está no topo dos mais caros, vende os mesmos combustíveis por R$ 4,15, R$ 4,29 e R$ 3,19, respectivamente. O motorista que optar por abastecer com gasolina comum no posto Jaguaribe chega a economizar 0,78% em relação ao da Pituba.
    Mínimo possívelAs bombas do Shell LMT, localizado na Av. Octávio Mangabeira, na Boca do Rio, têm andado mais vazias desde o aumento, mas a movimentação ainda é grande em relação aos outros estabelecimentos da região. É o que garantem os clientes do local. “Esse é mesmo o mais em conta. Por causa dos valores altos, comecei a andar o mínimo possível. Deixei para resolver todas as pendências de uma vez só, a otimizar o tempo e andar de metrô”, diz a psicopedagoga Márcia Paz, 52 anos.
    O taxista Renato Manoel da Conceição, 55 anos, que mora no bairro vizinho de Pituaçu, descobriu o preço da gasolina comum mais em conta no LMT e, desde então, não abastece em outro lugar. Ontem pela manhã, mesmo com o tanque na reserva, o taxista saiu do bairro da Barra, depois de uma corrida, só para abastecer o automóvel na Boca do Rio.
    “A prova de que esse aumento afetou o meu bolso é que eu estou pagando no cartão de crédito. Antes era só no dinheiro, mas, com a falta de passageiros e os preços nas alturas, ficou impossível. Esse posto tem sido o mais barato”, diz o motorista que desembolsou R$ 60  em cerca de 20 litros – quantidade de gasolina suficiente para percorrer 150 km em um dia de trabalho

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