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    segunda-feira, 21 de agosto de 2017

    Criança de 8 anos morre de hemorragia após noite de núpcias com marido de 40 8


    Parece inacreditável contar uma história trágica e revoltante como estas e, pior, amparada por leis de alguns países do Oriente Médio, que permitem que crianças sejam violadas com o aval do Estado e da Justiça. As polêmicas leis do oriente que se baseiam em valores éticos, morais e religiosos vitimaram uma criança de 8 anos de uma forma muito cruel. Nesta história, uma menina de apenas oito anos foi entregue à família, em troca de dinheiro (dote), para se casar com um homem de 40 anos.

    O caso que chamou muito a atenção do mundo ocidental, da mídia e de autoridades internacionais de proteção aos direitos humanos, envolve uma crueldade infantil no iêmen.

    Um homem muçulmano comprou uma menina de apenas oito anos de sua família, pelo valor equivalente a R$6 mil e teve uma noite de núpcias com a menina. Ela acabou morrendo com uma hemorragia interna.

    Quando a vida no Iêmen vale R$ 6 mil

    A menina de apenas oito anos, chamada de Rawan, foi vendida por sua família por uma quantia equivalente a R$ 6 mil, numa região tribal de Hardh, uma região de fronteira de dois países do Oriente Médio, o Iêmen e a Arábia Saudita. Cabe ressaltar que, pelas leis do Iêmen, tanto a poligamia masculina, quando a formação de um harém com meninas menores de idade é permitida.

    O homem que adquiriu a menina, como um produto ou um objeto, é um muçulmano saudita que tinha como objetivo ter uma noite de núpcias com a criança. A informação do jornal “Der Tagesspiegel”, da Alemanha, deu a notícia que a menina deu entrada logo após a 'lua de mel' com ferimentos internos.

    Os médicos que atenderam Rawan confirmaram que o sangramento tinha origem no útero da menina por ato sexual. A menina não resistiu e faleceu por conta dos ferimentos.

    Uma mulher que defende os direitos humanos internacionais, Arwa Othman, relatou a Reuters que a menina teve sua primeira relação sexual com apenas oito anos e que o estupro de vulnerável, segundo as leis do ocidente, acabaram gerando ferimentos uterinos e matando a menina.

    Direitos Humanos interviram e pedem justiça e novas leis

    Depois da morte da criança, Arwa Othman, passou a liderar um grupo que exige que tanto o comprador quanto o vendedor da criança sejam responsabilizados pela morte de Rawan. Também passaram a exigir que as leis no país sejam alteradas e que apenas mulheres com mais de 18 anos possam se casar.

    A luta de Arwa não é nova. Desde 2010, ela é uma das ativistas mais atuantes no Iêmen, quando uma criança de 13 anos morreu da mesma forma. Na época, o marido tinha 26 anos.

    Segundo a ONU (Organização das Nações Unidas), mais de 50% das meninas menores de 18 anos acabam se casando.

    Pior ainda, cerca de 14% chegam a se casar antes de 15 anos. As leis exigem que a mulher escolhida (e comprada) abandone os estudos e passe a viver aos costumes da vida oriental, servindo exclusivamente seus maridos. Após casarem, não podem estudar nem trabalhar sem autorização de seus 'donos', o que não costuma acontecer.

    Créditos: Notícias Superinteressantes via Blasting News

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