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    sábado, 28 de outubro de 2017

    Advogados são o próximo alvo da inteligência artificial

    Diante do ritmo rápido imposto pelas novas inovações do século XXI, como redes sociais e smartphones, o sistema de Justiça parece “coisa do passado”. Advogados, juízes e promotores cumprem funções repetitivas, onde togas e becas fazem parte do dia a dia, toneladas de papéis circulam por tribunais e uma quantia enorme de tempo é gasta para que os resultados surjam. Parte da culpa da lentidão está no ‘processo legal’  a burocracia que garante a segurança e validade da justiça. Verificar leis, consultar endereços, assinar e carimbar contratos em repetições mecânicas dignas de robôs é regra. A dificuldade em assimilar novas tecnologias também. Contudo, mudar esse sistema e trazer ele de vez para o mundo conectado é um dos mais recentes interesse das startups no Vale do Silício e no Brasil. Mas aqui o sistema judiciário afogado pode ser, desta vez, até um diferencial; pois ele mostra ainda mais a necessidade de progredir.

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