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    segunda-feira, 16 de outubro de 2017

    ‘Não gosto de absolver nem condenar ninguém’, diz Rui sobre Lúcio

    Foto: Alexandre Galvão/ bahia.ba
    Foto: Alexandre Galvão/ bahia.ba

    O governador Rui Costa (PT) evitou comentar a operação deflagrada nesta segunda-feira (16) pela Polícia Federal, cujo alvo principal foi o deputado federal Lúcio Vieira Lima (PMDB).
    Adversário político, o parlamentar é suspeito de ter ligação com o “bunker” que abrigava R$ 51 milhões em espécie, atribuído ao seu irmão e ex-ministro Geddel, que segue preso preventivamente na Penitenciária da Papuda, em Brasília (DF). Ambos foram acusados pelo doleiro Lúcio Funaro de receber R$ 1 milhão de propina da Odebrecht para a campanha de 2014.
    “É um processo prematuro e cada um vai ter o direito de se defender. Eu não gosto nem de absolver nem de condenar ninguém preliminarmente. Cada um que exerça seu direito de resposta. Eu acho que o Brasil passa um momento difícil e eu acho que nós temos que concentrar mais no trabalho. É isso que eu tenho feito”, disse o petista, durante a entrega da nova sede da Instituição Beneficente Conceição Macedo (IBCM), pelas Voluntárias Sociais, no bairro de Nazaré, em Salvador.
    Para o chefe do Executivo baiano, a instabilidade política no país é uma “sucessão de crise que só será superada com a eleição de um novo parlamento e de um novo presidente”.
    Às vésperas da votação da segunda denúncia contra o presidente da República pela Câmara dos Deputados, ele nega que o seu partido prefira manter Michel Temer (PMDB) no Palácio do Planalto para que o ex-presidente Lula seja favorecido em 2018.
    “Não acho que o PT tenha essa posição. Acho que a posição de muitos parlamentares do PT e fora do PT é uma posição mais adequada. Tipo assim, olhe, você conhece o ditado “Quem pariu Mateus que balance?”, então é um pouco isso. Quem deu o golpe que resolva o seu golpe”, analisou, ao dizer que “se corre o bicho pega, se ficar o bicho come” em relação à hipótese de o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM), assumir o posto no caso de queda do peemedebista.

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