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    sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

    Base aliada de Temer flerta com “Lula, Presidente”




    Os controladores de vários partidos da infiel base amestrada do desgoverno federal já falam, sem a menor vergonha, em apoiar a aventura presidencial do presidiável Luiz Inácio Lula da Silva. A intenção joga um pote de ácido na idéia maluca de uma tentativa de reeleição de Michel Temer. A doideira é tanta que os líderes não sabem se fecham com Lula ou fecham com Geraldo Alckmin ou Henrique Meirelles. No momento, todos morrem de medo do Jair Bolsonaro.
    O Presidente Temer adoraria ser reeleito. No entanto, sua persistente impopularidade não permite. Por isso, o prêmio de consolação de Temer seria apoiar o que os articuladores do Palácio do Planalto chamam de “candidatura única de centro”. PSDB e PSD defendem os nomes de Geraldo ou Meirelles. PR, PRB, PP e até o DEM podem se jogar no colo de Lula, se ele não for impedido judicialmente de concorrer. O sempre governista PMDB topa qualquer parada. Ainda mais se Nelson Jobim se viabilizar como vice do companheiro $talinácio.
    Temer se compromete a apoiar aquele candidato que “defender o legado de Michel Temer”. O único que poderia fazer isto é Meirelles – ministro da Fazenda. No entanto, por pragmatismo, a cúpula do PMDB teria muita vontade de fechar com “Lula de novo”. Para seus líderes, o melhor negócio é apoiar um candidato que seja inimigo declarado da Lava Jato e afins. Lula e muitos peemedebistas não suportam a condição de presidiáveis.
    Os tucanos vão rachar. O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, já avisou que não abre mão de bater chapa com Geraldo Alckmin pela indicação da candidatura ao Palácio do Planalto. Em entrevista á Folha de S. Paulo, Virgílio alfineta Geraldo: “Fico feliz que ele já esteja assimilando coisas que eu digo, que não dá para votar a reforma da Previdência pela metade. Esse é o papel do PSDB, nada de flacidamente abrir questão. Não moro em São Paulo, mas ouço falar que é uma pessoa equilibrada, não é irresponsável fiscalmente. Mas sinto que ele não é bastante para vencer em função do discurso tímido, em função do hábito de não ir ao povo”.  
    O fla-flu presidencial promete muita pancadaria e traição...
    Desgoverno imprevidente
    O Tribunal Regional Federal, em Brasília, mandou retirar do ar, em caráter de urgência, a nova propaganda do governo sobre a reforma da Previdência. A alegação é que a propaganda causa dano moral com forte condição de assédio moral contra o servidor público. Eis o primeiro resultado de uma ação civil pública encabeçada pela Fenafisco (Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital) e pela Anfip (Associação Nacional dos Auditores Fiscais do Brasil).
    O presidente da Fenafisco, Charles Alcântara, comemorou e explicou:

    “O argumento central da peça acusa a propaganda do governo de assédio moral contra os servidores públicos porque passa a ideia de que estes são uma casta de privilegiados, que trabalham pouco. O governo trata direitos legítimos e justos como privilégios, para demonizar os servidores públicos perante a sociedade. Mas a sociedade sabe bem quem são os privilegiados”.


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