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    quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

    Adolescente apontado como assassino da namorada pode ter sido morto em tribunal do crime, diz polícia


    A Polícia Civil suspeita que Danilo Moreira Pimenta, investigado pelo assassinato da namorada, de 15 anos, foi morto por uma facção criminosa em um tribunal do crime.

    O corpo do jovem, de 17 anos, foi enterrado na manhã desta segunda-feira (12), em Ribeirão Preto (SP), após ser encontrado em uma fazenda próxima à Rodovia Alexandre Balbo.

    De acordo com o delegado Cláudio Sales, a suspeita de que Pimenta foi morto por uma facção chegou até à polícia na última semana, quando o adolescente ainda estava desaparecido.

    Entretanto, ainda segundo o delegado, até o momento não há elementos que confirmem a hipótese. O caso será conduzido pela Delegacia de Investigações Gerais (DIG).

    Ao G1, o delegado Sérgio Pereira, da Delegacia da Infância e Juventude (Diju), já havia afirmado que Pimenta tinha antecedentes criminais por tráfico de drogas e roubo.

    Peritos do Instituto de Criminalística foram ao local onde o corpo de Pimenta foi achado na manhã de domingo (11) e constataram que a morte ocorreu há dois ou três dias.

    O corpo estava parcialmente enterrado embaixo de uma árvore e foi encontrado por um homem que passava pela fazenda, quando seguia para uma pescaria.

    Ainda de acordo com a Polícia Civil, ferimentos no pescoço e no abdômen indicam que o adolescente foi esfaqueado. A faca usada no crime não foi encontrada até a manhã desta segunda-feira.

    Assassinato

    Danilo Moreira Pimenta, de 17 anos, era o principal suspeito de matar a estudante Khadija Aziani das Dores, de 15. O corpo dela foi encontrado na casa onde os dois moravam no bairro Ipiranga, em 4 de fevereiro.

    Vizinhos ouviram o barulho de um disparo e acionaram a Polícia Militar. A equipe encontrou Khadija morta com um tiro na boca. O namorado dela e a arma não foram encontrados.

    O caso era investigado pela Delegacia da Infância e Juventude (Diju) em conjunto com a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e o departamento de homicídios da DIG.

    Ao G1, a irmã de Khadija contou que o casal morava junto há seis meses, mas o relacionamento teve início há um ano e oito meses.

    O namoro, no entanto, era conturbado e marcado por brigas, incluindo agressões físicas e separações recorrentes.

    Fonte: G1

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