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Presidente da Aliança LGBTI requer aposentadoria por ‘homossexualismo’


Para ironizar a decisão judicial que liberou a oferta do tratamento de reversão sexual por psicólogos, o diretor-presidente da Aliança Nacional LGBTI, Toni Reis, solicitou ao governo federal sua aposentadoria compulsória retroativa por “homossexualismo”.

Em requerimento, o dirigente afirma que, “sendo uma dessas pessoas inválidas, devido à minha condição homossexual que é de notório saber, venho por meio deste requerer minha aposentadoria compulsória, com direito a acompanhante especializado, retroativa até o início das primeiras manifestações da minha homossexualidade, por volta do ano de 1970”.

“É minha forma de protestar. E também anunciamos que, se for necessário, recorreremos contra a liminar no Supremo Tribunal Federal e na Comissão Interamericana de Direitos Humanos”, disse Toni ao jornal O Globo.

O requerimento foi enviado para o juiz federal Waldemar Cláudio Carvalho, que assina a decisão judicial; para a procuradora-geral da República, Raquel Dodge; e para os ministros Ronaldo Nogueira (Trabalho e da Providência Social) e Ricardo Barros (Saúde).