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Gilmar Mendes diz que prisão após segunda instância não é obrigatória

Foto: Divulgação
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse nesta segunda-feira (4) que a prisão após condenação em segunda instância não é obrigatória e que é preciso desconfiar se o Ministério Público tenta ocupar um vácuo de poder.
Em 2016, o STF decidiu que a pena deveria começar a ser cumprida depois que um tribunal referendasse a primeira decisão. Assim, a Justiça pode determinar uma prisão antes que o réu recorra até o STF, a última instância do Judiciário.
“Seria possível prender-se. Mas não dissemos que era obrigatória a prisão”, destacou o ministro, durante evento em Brasília.