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Polícia prende homem que matou e decapitou assassino do sobrinho


O CRIME: O repórter José Dilson Pinheiro/Site euclidesdacunha.com conversou 

com José Valdo, que contou com detalhes, como matou Laílson: “no dia 15 de março de 2017, estava eu consertando uma cerca que protegia uma horta existente no quintal da casa onde eu morava, no Conjunto Habitacional Minha Casa Minha Vida, bairro Nossa Senhora de Lourdes (Casinhas), quando Laílson chegou, por volta das 16 horas, e começou a puxar o assunto da morte de “Padeiro”, enfatizando que teria sido ele, Laílson, autor do assassinado e decapitação de meu sobrinho; que faria tudo novamente, quantas vezes fosse preciso, etc”. Prosseguindo em seu relato contou: “cada palavra de Laílson provocava em mim uma grande ira e, pela minha cabeça passava imagens das diversas tentativas feitas para resgatar a cabeça de Padeiro do fundo do tanque, porém, sem êxito, já que o corpo havia boiado e retirado por populares, dentro de um saco de embalar farinha contendo pedras para que não boiasse e assim permanecesse por muito tempo no fundo do tanque; ódio foi crescendo, até que, com o facão que eu usava para consertar a cerca, não hesitei em aplicar um forte golpe no pescoço e, depois de tê-lo matado, cortei-lhe a cabeça, fiz um self e publiquei no WhatsApp”.
REMOÇÃO DO CORPO E FUGA PARA OUTRO ESTADO: “Por volta de 21h, embalei o corpo e a cabeça em um saco, coloquei tudo num carrinho de mão e fiz o transporte até o local onde o corpo foi encontrado, dois dias depois, fiz o despejo, para em seguida retornar para minha casa, arrumei minha sacola e fui para o Estado de Sergipe, onde fiquei por pouco tempo e depois segui para Salvador, onde também não fiquei por muito tempo e resolvi viajar para Ribeira do Pombal, de onde fui a pé, para Banzaê, pois não tinha dinheiro para pagar uma passagem de ônibus. Em Banzaê, tentei uma ajuda junto à Prefeitura, mas consegui apenas, uma carona em um ônibus que transportava jogadores e futebol para Aribicé, de onde prossegui viagem, também a pé, para Euclides da Cunha, cortei caminho pelo povoado de Pai Tomé para não passar por dentro da cidade, até chegar a Monte Santo, onde arranjei uma mulher e fui morar com ela no povoado de Umburana, onde fui preso”.