MPF pede absolvição de Lula em processo relacionado à Operação Zelotes - PORTAL FERRAZ E O POVO

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MPF pede absolvição de Lula em processo relacionado à Operação Zelotes

 


O Ministério Público Federal (MPF) pediu a absolvição do ex-presidente Lula e de seu ex-chefe de gabinete Gilberto Carvalho, acusados de favorecer montadoras de automóveis na gestão petista, no âmbito da Operação Zelotes. A informação é da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo.

Neste caso, Lula virou réu em 2017, sob acusação de corrupção passiva por supostamente aceitar promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões em 2009, quando ainda ocupava a Presidência da República. Carvalho, assim como o petista, também foi acusado pelo mesmo crime. 

 

Segundo a coluna, no entanto, em manifestação realizada nesta sexta-feira (28), na 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, o procurador Frederico Paiva pediu a absolvição dos réus. Em sua avaliação, "a denúncia foi devidamente acompanhada de prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria", mas "a longa instrução processual" não evidencia a participação de Lula e Carvalho em ato de corrupção.

 

"O conjunto probatório produzidos nos autos, a despeito de corroborar a tese acusatória de que a edição da Medida Provisória nº 471/2009 foi comprada por corrupção, falha em produzir uma prova acima de qualquer dúvida razoável de que o produto do crime de corrupção passiva foi efetivamente entregue em favor do Partido dos Trabalhadores, por solicitação dos réus", afirmou o procurador.

 

Além de Lula e do ex-chefe de gabinete, também foram denunciados o advogado Mauro Marcondes; o lobista Alexandre Paes dos Santos e seu sócio na consultoria SGR, José Ricardo da Silva; os executivos de montadoras Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa) e Paulo Arantes Ferraz (MMC, atual HPE). Estes, no entanto, respondem por corrupção ativa.

Neste caso, Lula virou réu em 2017, sob acusação de corrupção passiva por supostamente aceitar promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões em 2009, quando ainda ocupava a Presidência da República. Carvalho, assim como o petista, também foi acusado pelo mesmo crime. 

 

Segundo a coluna, no entanto, em manifestação realizada nesta sexta-feira (28), na 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, o procurador Frederico Paiva pediu a absolvição dos réus. Em sua avaliação, "a denúncia foi devidamente acompanhada de prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria", mas "a longa instrução processual" não evidencia a participação de Lula e Carvalho em ato de corrupção.

 

"O conjunto probatório produzidos nos autos, a despeito de corroborar a tese acusatória de que a edição da Medida Provisória nº 471/2009 foi comprada por corrupção, falha em produzir uma prova acima de qualquer dúvida razoável de que o produto do crime de corrupção passiva foi efetivamente entregue em favor do Partido dos Trabalhadores, por solicitação dos réus", afirmou o procurador.

 

Além de Lula e do ex-chefe de gabinete, também foram denunciados o advogado Mauro Marcondes; o lobista Alexandre Paes dos Santos e seu sócio na consultoria SGR, José Ricardo da Silva; os executivos de montadoras Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa) e Paulo Arantes Ferraz (MMC, atual HPE). Estes, no entanto, respondem por corrupção ativa.

Neste caso, Lula virou réu em 2017, sob acusação de corrupção passiva por supostamente aceitar promessa de vantagem indevida de R$ 6 milhões em 2009, quando ainda ocupava a Presidência da República. Carvalho, assim como o petista, também foi acusado pelo mesmo crime. 

 

Segundo a coluna, no entanto, em manifestação realizada nesta sexta-feira (28), na 10ª Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, o procurador Frederico Paiva pediu a absolvição dos réus. Em sua avaliação, "a denúncia foi devidamente acompanhada de prova da materialidade do crime e indícios suficientes de autoria", mas "a longa instrução processual" não evidencia a participação de Lula e Carvalho em ato de corrupção.

 

"O conjunto probatório produzidos nos autos, a despeito de corroborar a tese acusatória de que a edição da Medida Provisória nº 471/2009 foi comprada por corrupção, falha em produzir uma prova acima de qualquer dúvida razoável de que o produto do crime de corrupção passiva foi efetivamente entregue em favor do Partido dos Trabalhadores, por solicitação dos réus", afirmou o procurador.

 

Além de Lula e do ex-chefe de gabinete, também foram denunciados o advogado Mauro Marcondes; o lobista Alexandre Paes dos Santos e seu sócio na consultoria SGR, José Ricardo da Silva; os executivos de montadoras Carlos Alberto de Oliveira Andrade (Caoa) e Paulo Arantes Ferraz (MMC, atual HPE). Estes, no entanto, respondem por corrupção ativa.