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Veja o que disse a mãe de Beatriz após prisão de suspeito de matar criança

 


O suspeito de ter matado a pequena Beatriz, morta com 42 facadas, em dezembro de 2015, em um colégio particular de Petrolina (PE), foi identificado pela polícia por meio de exames de DNA. A mãe da criança, Lucinha Mota, foi até uma rede social, nesta terça-feira (11), logo após o anúncio do Estado. Ela pediu para que outros elementos que levaram à identificação do homem sejam confirmados.

A polícia afirma que chegou até Marcelo da Silva após peritos coletarem o DNA no cabo da arma, deixada no local do homicídio, um depósito de material esportivo da escola. Os dados genéticos foram comparados aos de 125 pessoas que fazem parte de um banco de dados.

A partir da análise do material contido no objeto utilizado no crime, foi possível comparar com o perfil do suspeito. A polícia pernambucana vai dar detalhes sobre o crime e prisão do homem na manhã desta quarta (12), durante uma coletiva de imprensa, no Recife.

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Polícia coletou DNA de uma faca encontrada no local do crime (Foto: TV Globo)

"No inquérito de Beatriz, não cabe um inocente. Não cabe. Aqui no inquérito de Beatriz só cabe os culpados. Se foi feito exame de DNA, se deu positivo, tem outros elementos que precisam ser confirmados, principalmente a motivação do crime, porque não vem a polícia dizer que ele é um doido que estava no meio da rua e entrou no colégio, não. Não venham”, desabafou a mãe.

“Não venham com esse argumento porque comigo não cola, não. Ninguém entra no colégio Auxiliadora sem ser conduzido por alguém, principalmente para entrar naquelas salas ali. O DNA por si só não é suficiente.", completou Lucinha.

Beatriz estava em uma festa de encerramento do ano letivo na escola com a família. Em um determinado momento, ela se afastou para beber água e desapareceu. O corpo da garota foi encontrado cerca de 40 minutos depois.