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Biel é acusado de abusar sexualmente e agredir três jovens; “pegou minha cabeça com força”

pós denunciar Biel por agressão e assédio, a modelo Duda Castro acabou servindo de exemplo para outras jovens que dizem ter sido vítimas do cantor entre os anos de 2015 e 2016, quando sua carreira bombava.
O site “EXTRA” teve acesso a três relatos e a pedido das jovens decidiu manter a identidade delas sob sigilo. As moças ainda temem alguma represália por parte de Biel e sua família, além de algum julgamento dos fãs do cantor.
As jovens resolveram tornar as histórias públicas para encorajar outras possíveis vítimas a fazerem o mesmo. O primeiro caso foi de uma fotógrafa que mora em São Paulo. A mulher alega que agredida pelo cantor durante um show, em maio de 2015. “Pedi licença para tirar uma foto e Biel me empurrou, pedindo que me tirasse de perto dele. As pessoas que estavam ali, assistindo, riram de mim, me senti muito humilhada”, contou a moça.
O segundo episódio aconteceu São José dos Campos. Ela e uma amiga foram convidadas por um colega de Biel para irem à uma festa junina na casa do funkeiro. O próprio artista tratou de buscá-las na rodoviária. “Ele subiu num balcão, dançou cantou e eu fiquei no meu canto na hora das fotos. Ele desceu e quis saber por que eu não posei. Eu expliquei e ele não gostou. Mais tarde, já alterado, me empurrou para dentro de um banheiro e tentou transar comigo à força”, relatou a a estudante.
O último depoimento contado para o “EXTRA” é de uma modelo, também paulista. “Achei ele bonitinho e comentei com um amigo em comum. Sem eu saber ele deu meu telefone para o Biel. Ele me ligou e até participei de um clipe dele. De lá fomos a uma balada e o vi saindo do banheiro com uma menina, gritando aos quatro ventos que tinha transado com ela. Achei ele um babaca e fui falar sobre o assunto. Ele não gostou do que ouviu, pegou um copo e arremessou em mim. Desviei, só me molhei e o copo se espatifou no chão”, recorda.
Depois do ocorrido, a modelo atesta que ainda teve mais um encontro com Biel. “Eu achava que ele estava alterado por causa da bebida. Ele bebeu demais. Mas como ele tinha sido tão legal até ali… Foi quando saímos de uma festa e fomos para o apartamento dele. Eu, uma amiga, um amigo dele e outra menina. Isso no Rio, na Barra da Tijuca. Estávamos no quarto. Ele quis transar. Eu disse não. O Gabriel pegou minha cabeça com força e colocou na frente das partes íntimas dele. Comecei a gritar e pedi para ir embora”.
Todas contaram que não procuraram a polícia para registrar uma ocorrência justificando que ele era famoso e ninguém ia acreditar, além de temer os julgamentos da sociedade.