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Gastos de campanha chegaram a R$ 2 bilhões nas eleições 2018


Os gastos com a publicidade de papel e na produção de programas de rádio e televisão para as eleições deste ano custaram, até o momento, R$ 2,013 bilhões. Os valores foram declarados pelos candidatos até a última sexta-feira (26), ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A previsão, contudo, é que o número seja ainda maior, já que o prazo final para a prestação de contas à Justiça Eleitoral é o próximo 17 de novembro.

Conforme as declarações feitas até o momento, 20%, cerca de R$ 400 milhões, foram utilizados para pagar publicidade por material impresso, já 14%, R$ 283 milhões, foram destinados para produção de programas de rádio, televisão e internet.
O presidente eleito, Jair Bolsonaro (PSL), declarou até a última sexta, despesas totais de R$ 1,7 milhão. Já o opositor, Fernando Haddad (PT), declarou R$ 34 milhões em despesas. O candidato que mais gastou até o momento foi Geraldo Alckmin (PSDB) que declarou despesas de R$ 53,35 milhões.
Conforme o TSE, cada campanha tem um limite de gastos e varia de acordo com o cargo disputado pelos candidatos. Quando se trata de presidente da República, cada campanha pode gastar até R$ 70 milhões no primeiro turno das eleições. Já aqueles candidatos que chegarem ao segundo turno podem utilizar mais R$ 35 milhões para campanhas.
Quando se fala dos candidatos do Governo e do Senado, o limite é de até R$ 5,6 milhões. Para deputado federal, o limite é de R$ 2,5 milhões e para deputado estadual é de R$ 1 milhão.