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Vidente baiano diz que nova doença será pior que o coronavírus: “Vai matar em 48 horas”


A grande pergunta do momento é: quando a vacina contra o novo coronavírus (Covid-19) vai ser desenvolvida e disponibilizada para a população? Enquanto a ciência ainda não consegue informar com exatidão, o Varela Notícias foi procurar respostas nas cartas e nos búzios.

A pedido do VN, a taróloga Camila Cruz e o sacerdote Aritana de Oxóssi fizeram algumas previsões referentes à cura para a Covid-19 e a realização do Carnaval de 2021. Ambos responderam a questionamentos que permeiam a mente dos brasileiros. Vale lembrar que o Ministério da Saúde informou, na última quinta-feira (10), que o Brasil chegou a 129.522 mortes em decorrência da doença. No mundo os óbitos superaram a marca alarmante dos 905 mil

De acordo com Camila, que também trabalha com espiritualidade e autoconhecimento, a nível mundial, em janeiro de 2021 já vai haver resultados práticos das pesquisas, com a possível disponibilização da vacina. “Vi também a possibilidade dela ser encabeçada por uma mulher, mas não vejo essa vacina chegando imediatamente ao Brasil”.

Segundo a taróloga, a vacina chega aqui com determinado atraso – de um a dois meses, mais ou menos. “Principalmente por conta das questões diplomáticas. Não vai haver tanta vontade por parte daqueles que detém a vacina em compartilhar tão abertamente. Então, para o Brasil, isso vai demandar um tanto mais de esforço, de arcar com posicionamentos que possam ter incomodado os produtores [da vacina]”.

Além disso, Camila diz ter visualizado também a possibilidade de não haver uma chegada no Brasil da vacina já pronta. Por isso, não terá, aqui, os mesmos resultados que serão obtidos em outros lugares do mundo. “Vem para cá o como fazer. Então a previsão é que aqui no Brasil a vacina esteja sendo aplicada mesmo lá pra março [de 2021]”, pontuou.

Durantes as sua tiragens, ela viu que a forma que vão conduzir a chegada do medicamento até o Brasil irá representar uma melhora para a imagem do governo ou do responsável pela produção/disponibilização no país. “Vão sair ‘bem na fita’”, disse.

O médium Silvio, mais conhecido como Aritana de Oxóssi, conceituado pela revista Poder dos Orixás e pela associação AFA Ameríndia como um dos maiores Sacerdotes do Brasil e do mundo, foi menos específico do que a taróloga Camila ao prever uma cura para o novo coronavírus. “Ela [a Covid-19] não vai parar por agora, só vai ser amenizada lá para o final de 2021”. Questionado mais uma vez pela equipe de reportagem do VN, o sacerdote disse que uma possível cura existirá em meados do próximo ano, entre junho e agosto. 

Durante a entrevista, Aritana relembrou que tinha salientado que o ano de 2020 seria de muitas negatividades e que haveria uma “bactéria do pecado”, no caso, o coronavírus. “Eu falei bem antes do carnaval, mas as pessoas me subestimaram muito, não acreditaram. (…) Por que bactéria do pecado? Porque não foi uma coisa destinada por Deus, mas sim pelo homem. Mas ninguém sabe de onde veio. É do pecado porque quando homem gera uma coisa que leva vidas ele se torna um pecador”.

(Foto: Reprodução)
“Este é o ano das dores, o ano em que muitos vão se desencarnar, muitos vão se separar, é o ano do suicídio, da depressão. É o ano de briga de reinado, principalmente em novembro, o mês dos mortos. Isso não quer dizer que a vacina gerada pelo homem venha trazer soluções para a gente. Irá amenizar, mas haverá outros problemas colaterais”, completou.

Aritana cita ainda a possível existência de uma nova doença, que ele denomina como o “escravo do diabo” e que irá matar em 48h. “Vem por aí outra bactéria, que é pior do que essa primeira. (…) Na verdade, é com a segunda bactéria que o povo tem que se preocupar, é o fechamento do ano de 2020″, profetizou.

Carnaval de 2021 e risco de muita contaminação

Em relação à folia momesca de 2021, Camila afirmou que vai acontecer sim, principalmente devido à questão financeira. “Além também de ser uma festa de grande apelo para população, o foco dos responsáveis é o quanto de dinheiro que o carnaval representa”, destacou.

No entanto, a previsão mostra que a festa não vai acontecer em fevereiro. “Provavelmente para o fim do outono ou começo do inverno, ou seja, final de junho ou começo de julho. Inclusive, o risco de muita contaminação no carnaval não estará descartada mesmo com a existência da vacina”, enfatizou.

Aritana também mencionou a questão financeira, pois o Carnaval gera receita. Ele disse que se a taxa de contaminação reduzir um pouco, os governantes irão sim fazer, pois não pretendem perder milhões. No entanto, ele também alerta para mais contaminações. “Isso [mais pessoas infectadas] é mais do que certeza”. 

Aritana pontua ainda que tem que haver precauções. “O carnaval não pode ser feito em fevereiro. (…) Eles [governantes] sabem o que fazem, né? Porque, provavelmente, quando eles têm uma data para o Carnaval, eles já tomam precauções em relação à saúde pública”.