Canabidiol e a possibilidade de uso para pacientes oncológicos - PORTAL FERRAZ E O POVO

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Canabidiol e a possibilidade de uso para pacientes oncológicos

 

 (crédito: Julia Teichmann/Pixabay)
(crédito: Julia Teichmann/Pixabay)

O uso do canabidiol (CBD) vem sendo cada vez mais discutido dentro do arsenal terapêutico para doenças graves como o câncer, especialmente em situações de difícil controle de sintomas. Para conversar a respeito, convido o doutor Pedro Alvarenga


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3 - Está legalizado o uso do CBD no Brasil? Qual tipo de profissional estaria habilitado para indicá-la?

Sim. Hoje a terapia canabinoide é liberada e possui diversas regulamentações frente aos órgãos gestores, como a Anvisa. O paciente que deseja o início da terapia canabinoide deve procurar um médico prescritor, e esse será responsável tanto pela prescrição quanto pelo acompanhamento do tratamento médico. Estão habilitados à prescrição todos os médicos inscritos nos conselhos regionais de medicina.

4 - Para o paciente com câncer, quais os possíveis contextos para avaliação desta substância?

Nos pacientes oncológicos, o uso da terapia canabinoide está relacionada principalmente ao controle de sintomas causados tanto pela doença, quanto pelos tratamentos quimioterápicos. Estudos já sugerem potenciais benefícios no tratamento da dor do paciente oncológico, bem como náuseas e vômitos relacionados à quimioterapia. Sendo assim, o CDB e outros canabinoides são cada vez mais estudados, visando novas estratégias de tratamento com melhora tanto da patologia oncológica bem como na qualidade de vida desses pacientes.

3 - Está legalizado o uso do CBD no Brasil? Qual tipo de profissional estaria habilitado para indicá-la?

Sim. Hoje a terapia canabinoide é liberada e possui diversas regulamentações frente aos órgãos gestores, como a Anvisa. O paciente que deseja o início da terapia canabinoide deve procurar um médico prescritor, e esse será responsável tanto pela prescrição quanto pelo acompanhamento do tratamento médico. Estão habilitados à prescrição todos os médicos inscritos nos conselhos regionais de medicina.