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    quinta-feira, 2 de novembro de 2017

    JÁ APOIOU TODO MUNDO É ASSUMIU MINISTERIO

    SEM PAPAS NA LÍNGUA Como em 2002, Ciro tropeça nas próprias palavras (Crédito: Luca 
    Ciro Gomes
    O que disse“É uma audácia dizer que há déficit na Previdência”.
    O que é na realidadeO rombo na Previdência é irrefutável. Em 2016, o déficit foi de R$ 149,7 bilhões. Para este ano, espera-se um resultado negativo de R$ 188,8 bilhões.
    O que disseUma das metas de seu governo, se eleito, será “ajudar a tirar do buracos 23 dos 27 estados que estão quebrados”.
    O que é na realidadeDe acordo com a Firjan, apenas cinco estados não tinham, em 2016, recursos em caixa para honrar os compromissos: Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Sergipe e Distrito Federal.
    O que disse
    “Sou a favor da Lava Jato e nunca deixei ninguém duvidar disso”.
    O que é na realidadeEm março, afirmou que “receberia à bala a turma do Sérgio Moro”, caso viesse a ser alvo da operação.
    Nas eleições de 2018, além das mentiras dos candidatos, haverá outro problema gerado pelo crescimento das mídias sociais: o fenômeno chamado de fake news, notícias falsas que se espalham por sites, pelo Twitter e pelo Facebook como se fossem verdade absoluta. De acordo com levantamento de um grupo de pesquisas da Universidade de São Paulo (USP), cerca de 12 milhões de pessoas difundem notícias falsas sobre política no Brasil. Se considerada a média de 200 seguidores por usuário, o alcance pode chegar a toda a população.
    É um fenômeno recente e que já impactou em eleições de outros países, como França e Argentina, especialmente os Estados Unidos. Em 2018, uma coisa é certa: o fake news terá forte presença da eleição brasileira. Atualmente, há cada vez mais pessoas consumindo informações nas redes sociais, muitas vezes sem checar a fonte de origem.
    Notícias são compartilhadas sem critério, espalhando boatos e mentiras que podem acabar com uma candidatura. Segundo estudo da FGV, os perfis automatizados – os robôs de redes sociais – foram responsáveis por gerar 10% do debate nacional nas eleições de 2014. A expectativa é que esse índice pelo menos triplique no próximo ano.
    A fim de evitar a proliferação de notícias inverídicas, a Abin e o TSE já preparam uma espécie de força-tarefa para entrar em funcionamento durante a campanha. “O ideal é regulamentar a propaganda eleitoral na internet”, defende o ministro do STF, Alexandre de Moraes.

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