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Maia fala em relação estremecida entre PSDB e DEM e reitera que leva candidatura até o fim

[ Maia fala em relação estremecida entre PSDB e DEM e reitera que leva candidatura até o fim]
Pré-candidato a presidência da república, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), descartou aliança com o PSDB no primeiro turno e reiterou que sua candidatura vai até o fim. Conforme Maia, o DEM e o PSDB sofre um desgaste natural e o “ciclo está terminando”. O mesmo ocorre com o MDB que, segundo o demista, também não deve compor a chapa. 
Questionado sobre as conversas com Geraldo Alckmin, ex-governador de São Paulo e pré-candidato a presidência pelo PSBD, ele afirmou que não há possibilidade de acordo. “Neste momento, não. Eu sempre conversei com o governador Geraldo Alckmin. É um político com o qual tenho ótima relação. Temos projetos distintos, mas isso não vai nos levar a um conflito. Vamos continuar dialogando e aquele que chegar no segundo turno apoia o outro. Essa aliança (PSDB e DEM) vem sendo muito desgastada nos últimos anos. Em 2010, a composição foi difícil e em 2014 deixaram o DEM fora da chapa majoritária. Tudo isso mostra que o ciclo está terminando. A maioria do partido entende que o PSDB sempre priorizou seus projetos, e não o coletivo. Não é o meu caso, que cheguei à presidência da Câmara com o apoio do PSDB”, disse em entrevista a jornalista Vera Rosa, do Estadão. 
Ele negou ainda que o DEM, a nível nacional, poderia ficar isolado nessas eleições,  já que o ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) está cotado para ser vice de Alckmin. “É legítimo que Michel possa construir com Fernando Henrique uma aliança. Eles têm uma relação histórica e são da mesma geração. Agora, não é dessa aliança que queremos participar. O ciclo de 30 anos pode acabar nessa eleição. Há um esgotamento. Está na cara que a sociedade não aceita mais as práticas, os métodos e a forma de se fazer política atual. Ou a gente vai construir essa solução ou ela será dada por um extremismo que não é bom”. 
Maia disse ainda que não acredita em apoio a Ciro Gomes (PDT), também presidenciável. “Não acredito em apoio a Ciro. Vamos levar minha candidatura até o final.